Compositor: Canisso, Digao, Rodox
Se eu uso a manga da camisa que é dobrada
A calça baggy bem rasgada
É porque eu sou fuleiro
Se eu vou pro centro no domingo
Do perfume, eu uso um pingo
Que deixa fedendo o prédio inteiro
Pente redondo tem
Cê me pergunta, eu lhe respondo
Eu tomo pinga com a Dominga, dançando, curtindo Wando
E não consigo nem levantar pra mudar o disco
Um bicho velho, cheio de risco, mal serve pra abanar
Eu tô comendo bem
No restaurante, morte lenta
A cozinheira é uma nojenta
Que vive limpando a venta no avental
Eu tô passando mal, tô com saudade de mainha
(Ô, mãe) vê se me manda um dinheiro
Que eu tô no banheiro e não tem nem papel pra cagar
Ô, mãe, esse seu filho é maneiro
Aqui no estrangeiro, nenhuma mulher quer me dar
Alright
Meu cabelo, eu não sei quem rapou
Entupiu a privada, entupiu
Ai, meu Deus
Oh-oh
Ah, ah
Ai-ai, ai-ai, ai-ai, ai
Cê é bonito, cê é bonito, cê é bonito demais
Ocê é um cara maneiro
Cê é bonito, cê é bonito, cê é bonito demais
Bonito mais que o mundo inteiro
Cê é bonito, cê é bonito, cê é bonito demais, ah-ah-ah-ai
Cê é bonito
Ai-ai, ai-ai, ai
Ô, mãe, vê se me manda um dinheiro
Que eu tô no banheiro, não tem nem pa–
Ô, mãe, esse seu filho é maneiro
Aqui no estrangeiro
Alright (ai, ai, ai)
Alright
Urra